“Nós, somos nós e as nossas circunstâncias”, postulava Ortega e Gasset. A ciência, em geral, e a Medicina Familiar, em particular, veio dar-lhe razão. Quando entra na consulta, o doente não vai só. Acompanha-o a sua história e é nela que se encontra, por vezes, a explicação do sintoma.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?