O secretário-geral do PS considerou hoje que os cortes na saúde estão a deixar o sector em situação de ruptura, mas o primeiro-ministro negou e criticou Seguro por explorar para efeitos políticos dos picos de procura nas urgências.
Durante o debate quinzenal com o primeiro-ministro, António José Seguro motivou protestos na bancada do PSD ao apontar situações que estarão a ocorrer em urgências hospitalares em que o doente chega a esperar cerca de 20 horas para ser atendido.
Pedro Passos Coelho rejeitou qualquer situação de ruptura, defendeu que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem aumentado a sua resposta e acusou o líder socialista de "obter aproveitamento" a partir de "picos de utilização do sistema" - posições que levaram António José Seguro a contrapor a tese de que, enquanto líder do maior partido da oposição, é sua obrigação apresentar estes casos perante o Governo.
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