Câmara da Figueira da Foz admite tarifário “quase simbólico” no parque do hospital
DATA
28/01/2014 11:38:23
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Jornal Médico
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Câmara da Figueira da Foz admite tarifário “quase simbólico” no parque do hospital

[caption id="attachment_6237" align="alignleft" width="300"]hospitaldafigueiradafoz Intervindo na reunião do executivo, João Ataíde (PS) disse que a empresa municipal Figueira Parques, a que também preside, já fez "algumas propostas" à administração do Hospital Distrital (HDFF) com o objectivo de se estabelecer um tarifário "quase simbólico para não onerar muito as idas” à unidade[/caption]

O presidente da Câmara da Figueira da Foz admitiu vir a aplicar um tarifário "quase simbólico" no hospital local, em resposta às críticas de utentes e da oposição camarária ao estacionamento pago na unidade de saúde.

Intervindo na reunião do executivo, realizada ontem, João Ataíde (PS) disse que a empresa municipal Figueira Parques, a que também preside, já fez "algumas propostas" à administração do Hospital Distrital (HDFF) com o objectivo de se estabelecer um tarifário "quase simbólico para não onerar muito as idas” à unidade.

O vereador Miguel Almeida, da coligação Somos Figueira (PSD/CDS-PP/MPT/PPM), que levou hoje novamente à reunião do executivo a questão do estacionamento pago no HDFF, destacou a assinatura do presidente da câmara no contrato de concessão concluindo que João Ataíde "é a favor" da solução encontrada e que está em vigor.

Miguel Almeida revelou ainda que o contrato foi assinado "três meses antes das eleições" de Setembro de 2013 e “ficou na gaveta e só viu a luz do dia depois" do ato eleitoral que reconduziu João Ataíde na presidência da câmara.

O estacionamento pago no hospital foi aplicado em Novembro de 2013 - através de um sistema de cancelas à entrada e saída que, na prática, coloca a unidade de saúde dentro do parque de estacionamento -, mas a medida motivou críticas de vários sectores, desde a oposição camarária a utentes, presidentes de junta e população das imediações.

O tarifário - cujo valor por hora (0,60 euros) é superior ao praticado nos parques e vias públicas da cidade - foi alvo de alterações no início de Janeiro, passando a primeira hora a ser gratuita, assim como a maior parte do período nocturno.

 

 

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Editorial | Luís Monteiro, membro da Direção Nacional da APMGF
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