Hospital Dona Estefânia “será sempre” espaço dedicado a crianças

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A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa (AML), Helena Roseta, afirmou, ontem, em reunião plenária, que o ministro da Saúde se comprometeu a que o Hospital Dona Estefânia seja "um espaço dedicado às crianças" e que continuará aberto enquanto "não existir o Hospital Oriental".

Esta posição foi transmitida à responsável por Adalberto Campos Fernandes, numa reunião que aconteceu "há relativamente pouco tempo" e a pedido da presidente da AML.

O futuro Centro Hospitalar de Lisboa Oriental acolherá os atuais hospitais de São José, Santa Marta, Curry Cabral, Capuchos, Maternidade Alfredo da Costa e Dona Estefânia.

O "compromisso do Ministério da Saúde [vai] no sentido de defender intransigentemente que o espaço onde está o Hospital Dona Estefânia será sempre um espaço dedicado às crianças e à saúde das crianças", afirmou Helena Roseta.

"Foi-me confirmado pelo senhor ministro da Saúde que a intenção do Ministério relativamente a esta matéria é, em primeiro lugar, inscrever no Orçamento [de Estado] de 2017 verbas para arrancar com o processo do Hospital Oriental de Lisboa e manter o Hospital Dona Estefânia em funcionamento enquanto o Hospital Oriental não existir", acrescentou.

Na última Comissão Parlamentar da Saúde, Adalberto Campos Fernandes defendeu-se das críticas contra a integração do Hospital Dona Estefânia no novo hospital, afirmando que a autonomia pediátrica está salvaguardada no plano funcional da unidade de saúde, que deverá ser conhecido em breve.

Helena Roseta indicou também que o ministro lhe transmitiu estar a "estudar a possibilidade de o futuro hospital pediátrico ser autónomo mas próximo de um hospital central", possivelmente o Hospital Oriental, dado que "há necessidade de complementaridade de serviços prestados às crianças".

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Editorial | Luís Monteiro, membro da Direção Nacional da APMGF
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