Um grupo de peritos, liderado pela especialista Cândida Fonseca, conduziu um estudo que indica que, apesar de a insuficiência cardíaca afetar cerca de 380 mil pessoas em Portugal, não tem recebido a prioridade necessária, faltando meios para a diagnosticar de forma precoce.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?