Investigadores do Porto estão a desenvolver um tratamento para infeções ósseas graves, com compósitos bioativos e um antibiótico, que regenera o osso ao mesmo tempo que cura a infeção e evita intervenções cirúrgicas consecutivas, recorrentes na terapêutica convencional.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?