O Grupo de Crise da Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro para os Incêndios defendeu ontem a necessidade de “prosseguir a dinâmica assistencial de proximidade com as populações”, com recurso aos meios locais e em articulação com os hospitais.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?