Os médicos favoráveis à despenalização da eutanásia não devem ser estigmatizados e o debate em torno da morte medicamente assistida não pode ser transformado numa questão religiosa, alerta o oncologista Jorge Espírito Santo.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?