Portugal continua a apresentar um elevado número de diagnósticos tardios de infeção por VIH, com cerca de metade dos casos detetados, em 2017, a mostrarem uma “apresentação tardia aos cuidados clínicos”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?