Foram identificadas falhas de expressão nos açúcares que revestem e modificam as proteínas das células nos indivíduos com doença inflamatória intestinal (DII), o que promove uma resposta inflamatória mais exacerbada e exuberante. Os resultados decorrem de um estudo desenvolvido por uma investigadora do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?