O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) considera uma opção “chocante” e “malévola”, que vai “contra o mais elementar bom senso”, obrigar médicos que são também doentes de risco a prestarem funções presenciais, por serem considerados trabalhadores essenciais.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?