O presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), Lino Gonçalves, defende que a telemedicina, que cresceu com as exigências da pandemia, deve manter-se e que a questão crítica nas consultas é definir quais os doentes que podem ser seguidos à distância.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?