O coordenador da Unidade de Saúde Familiar Balsa e assistente convidado da Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve, Rui Vicente Miranda, destaca a importância da abordagem da funcionalidade na gestão do doente com dor crónica, defendendo uma análise sistematizada dos doentes e deixando alguns conselhos sobre a monitorização deste parâmetro na prática clínica, sem esquecer a avaliação da qualidade de vida e a adaptação do plano terapêutico às expetativas do doente.
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo
Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?