Médico de família: ator principal no combate à dor crónica

A dor crónica é uma doença invisível e difícil de avaliar, mas com grande impacto a nível pessoal, familiar e socioeconómico. Em Portugal, sabemos que uma em cada três pessoas vive com dor crónica, ou seja, cerca de três milhões de portugueses. Sabemos que a dor é o principal causa que leva o doente a procurar os cuidados de saúde primários e, em muitos casos, o serviço de urgência. Sabemos também que a dor crónica representa custos anuais superiores a 2% do PIB nacional, com uma taxa de absentismo elevada e diminuição de produtividade.

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Terceiro espaço
Editorial | Luís Monteiro, membro da Direção Nacional da APMGF
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?

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