Uma percentagem muito significativa de doentes com fibrilhação auricular — a arritmia cardíaca mais comum na população — não está a ser tratada de forma adequada. O alerta foi hoje tornado público por um grupo de investigadores da Universidade do Porto (U.Porto), na sequência de trabalho publicado no British Medical Journal Open (BMJ Open).
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo
Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?