Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) concluíram que o smartphone pode ser usado como alternativa ao estetoscópio tradicional, uma vez que é capaz de gravar os sons pulmonares com qualidade e de capturar os sons anormais. Este estudo contou com a participação de mais de 130 doentes seguidos num hospital português, maioritariamente com patologias respiratórias.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?