O Jornal Médico falou com o cardiologista de intervenção do Hospital Lusíadas Lisboa, Eduardo Infante de Oliveira, sobre a utilização pela primeira vez em Portugal, de um dispositivo de última geração no encerramento percutâneo do apêndice auricular esquerdo. Este procedimento permite proteger os doentes com fibrilhação auricular que não podem recorrer a medicamentos anticoagulantes.
A fibrilhação auricular é a arritmia crónica mais frequente e estima-se que afete cerca de 200 mil pessoas em Portugal.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?