As mutações associadas ao cancro hereditário da mama mais frequentes são as dos genes BRCA1 ou BRCA2, sendo que em Portugal são particularmente frequentes as mutações no gene BRCA2.
Luís Costa, oncologista especialista em patologia da mama do CUF Descobertas Hospital e Presidente da Associação Portuguesa para Investigação no Cancro, sublinha que, partindo desta premissa, se está agora a “conhecer a importância de alargar o painel de genes nos testes genéticos, a identificar melhor os processos clínicos para uma deteção mais eficaz destes portadores e a investigar qual é a relevância da presença destes genes para o prognóstico da doença oncológica”. O desafio será ter, no futuro, programas de rastreio mais personalizados e eficientes.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?