A dislipidemia é um dos fatores de risco cerebrovascular e cardiovascular mais prevalentes nas populações ocidentais e, em Portugal, “os valores-alvo do colesterol estão muito longe do desejável”. Quem o diz é o cardiologista do Hospital das Forças Armadas e professor da NOVA Medical School, Hélder Dores, que alerta para a existência de alguma inércia médica e enuncia as vantagens de uma abordagem terapêutica mais “agressiva”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?