“Há muito a fazer para reduzir o sofrimento e mortalidade causada por estas doenças”. As palavras são do presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC), Manuel Carrageta, no âmbito da celebração do 40º aniversário da Fundação. Em entrevista ao Jornal Médico, o especialista em cardiologia reflete sobre o passado e o presente, destacando a necessidade de estratégias futuras para combater as doenças cardiovasculares, a maior causa da mortalidade na população portuguesa.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?