JORNAL MÉDICO (JM) | Que valores norteiam a aposta estratégica da Mundipharma na diabetes e como se traduzem na relação da companhia com médicos e doentes?
SOFIA FERREIRA (SF) | Sendo uma companhia que pretende oferecer uma melhoria contínua dos cuidados de saúde em Portugal, trabalhando com o propósito To move Medicine forward e regendo-se por valores que premeiam em primeiro lugar as pessoas, o que importa para nós é focarmo-nos no “porquê” de vendermos determinados medicamentos, em detrimento de outros. Não basta pensar no “que” vendemos. É necessário perceber a razão de os vendermos.
É com esta maneira de estar no mercado que consideramos que devemos atuar como verdadeiros parceiros nas áreas onde estamos presentes e, em concreto na diabetes, não devemos ser apenas promotores de medicamentos.
A campanha “Quando a cabeça não tem juízo” – este ano desenvolvida com a chancela da APDP – foi criada exatamente com este mindset, onde se procura o porquê de se pensar na doença, e o envolvimento de todos os intervenientes que atuam na área, permite-nos dizer que é possível trabalhar em conjunto, mas de forma diferenciada, com todos os parceiros: doentes, profissionais de saúde e sistema de saúde.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?