A anestesiologista e presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), Dr.ª Ana Pedro, considera que, em Portugal, “há ainda um longo caminho a percorrer”, no que concerne ao reconhecimento da dor como um indicador de qualidade de saúde prioritário e à rede de referenciação entre estruturas de cuidados de saúde primários e hospitalares. A falta de especialistas dedicados à Medicina da Dor é outro ponto que refere, numa entrevista em que partilha também os desafios da APED para o futuro.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?