As doenças cardiovasculares são a principal causa de morbimortalidade e de custos com a saúde em Portugal. Dentro destas, a prevalência da insuficiência cardíaca (IC) continua em crescendo, apontando as estimativas para “cerca de meio milhão de doentes com IC em Portugal”, como diz a cardiologista Cândida Fonseca, enquanto decorre o estudo PORTHOS (PORTuguese Heart failure Observational Study).
Por ocasião do Dia Mundial do Coração, o Jornal Médico entrevistou a coordenadora da Clínica de IC do Hospital de S. Francisco Xavier, Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO), que falou sobre os benefícios deste tipo de modelo de prestação de cuidados e de uma atuação precoce na prevenção dos episódios de agravamento - quer na identificação de sinais e sintomas, quer na instituição e otimização de terapêutica - contando com a intervenção partilhada da Medicina Geral e Familiar (MGF).
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?