Nunca é demais relembrar que, pelo facto de haver uma pandemia de Covid-19, não vão deixar de continuar a ocorrer enfartes agudos do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais. O alerta parte do presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, Manuel Carrageta, que em vésperas do Dia Mundial do Coração – que se assinala a 29 de setembro – conversou com o Jornal Médico sobre o impacto da infeção pelo SARS-CoV-2 na prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?