“Mais do que uma bandeira, é um programa de ação”. É desta forma que o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), Victor Gil, define aquela que é a grande prioridade do seu mandato (que termina em maio de 2021): “Conhecer a realidade para poder transformá-la”. De acordo com o cardiologista, isso faz-se “com base na melhor informação – que vem da interpretação da ciência que fazemos – e na melhor formação, decorrente das ações de educação médica contínua”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?