As obras de construção da nova Unidade de Saúde de S. Martinho do Campo estão concluídas. De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, o centro “está pronto para receber os equipamentos necessários para entrar em funcionamento”.
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte já foi notificada do término da empreitada. “Aguardamos, agora, que a ARS/Norte avance rapidamente com a colocação de todo o mobiliário necessário para o novo centro e, em articulação com a Câmara Municipal, defina uma data de abertura da Unidade de Saúde de S. Martinho do Campo”, realça Joaquim Couto.
Apesar da Câmara ter cumprido com o que estava contratualizado, o atraso deveu-se a dificuldades financeiras por que passou a empresa construtora. Felizmente, e com o acompanhamento periódico dos trabalhos, os serviços municipais conseguiram que o empreiteiro concluísse a empreitada. “Caso não houvesse esta tentativa de chegar a bom porto, corríamos o risco de ter de rescindir o contrato. Isso implicava lançar um novo concurso público, o que seguramente iria atrasar a obra mais dois anos”, explica Joaquim Couto.
Com a conclusão das estruturas físicas da nova Unidade de Saúde de S. Martinho do Campo, o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso manifesta, agora, preocupação relativamente aos meios humanos: “nos últimos meses, assistimos a manifestações da população, reivindicando um aumento do número de médicos de família no centro de saúde. Esperamos que o Ministério da Saúde e a ARS/Norte estejam sensíveis a esta necessidade e juntamente com os meios materiais, reforce a nova unidade com um maior número de médicos”.
No piso superior, a nova Unidade de Saúde dispõe, para além de uma área de atendimento e secretaria, dez gabinetes médicos, sete gabinetes de enfermagem, três salas de tratamento, um gabinete polivalente e, ainda, um sector dedicado à Saúde Materna e Infantil, com zona de espera específica.
No piso inferior, dispõe de uma sala de reuniões, gabinete do coordenador, gabinete de planeamento e coordenação, sala de pessoal/cafetaria, vestiário de pessoal, depósitos de material clínico, terapêutico e de consumo, arquivo e, ainda, área para instalações técnicas, garagem e recolha temporária de resíduos sólidos.
A obra custou cerca de 1,1 milhão de euros.
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