Uma equipa de cientistas dos Estados Unidos da América (EUA) desenvolveu uma técnica de Imagiologia no cérebro que será aplicada em doenças como o Alzheimer, segundo a Science Translational Medicine.
A investigação, realizada na Universidade de Yale, concluiu que, através desta técnica, será possível diagnosticar distúrbios e doenças cerebrais comuns, como é o caso do Alzheimer, da epilepsia ou de outras doenças neurodegenerativas.
A novidade desta técnica está na análise aprofundada das sinapses quanto ao número e densidade em cérebros vivos, antes só possível através de autópsia. “Esta é a primeira vez que temos medidas de densidade sináptica em seres vivos. Antes, estas eram feitas 'postmortem'”, explicou o professor de Radiologia e Biomedicina, Richard Carson, que liderou a investigação.
Neste método, combina-se a bioquímica com a tomografia por emissão de pósitrons (PET), ou seja, foi desenvolvido um composto químico que, injetado no paciente, atua como um marcador radioativo que desenha uma trajetória das reações cerebrais, decifrada através de cálculos matemáticos.
Esta investigação poderá ter uma variedade de potenciais aplicações, tendo sido já testada em primatas e em seres humanos, ambos com resultados efetivos.
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