O recurso aos ECD proporcionados à Medicina por disciplinas afins (Física, Química, Biologia), conduziu a uma revolução epistemológica fantástica e de cuja radicalidade já nem nos apercebemos. Desde o fim do século XIX a semiologia diferenciou-se de vez em relação a tudo o que até aí fora.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?