E nós médicos, conheceremos, enfim, o tal ou tais "senhores mercados", os que ora se agitam, ora se enervam, ou se abespinham ou se relaxam, às vezes nervosos, outras vezes seguindo as dicas das agencias de notação, esperando o momento em que, ou sofram uma diarreia incoercível ou uma cólica renal...
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?