Não sendo possível ter um gabinete aberto directamente para a sala de espera, assim como não seria possível realizar concomitantemente uma observação concentrada do paciente em frente e uma análise dos movimentos populacionais nessa sala, resta-nos a nós, médicos, retirar a maior quantidade de sumo clínico de cada oportunidade inesperada que nos surge
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?