Uma análise mais distante ao último acto eleitoral da Ordem dos Médicos permite concluir que o proverbial afastamento entre os profissionais e a instituição que os representa – não obstante significativas melhorias registadas nas últimas eleições – continua a ser uma realidade. Realidade essa que deve merecer, da parte de todos médicos e de todos os dirigentes da Ordem, uma significativa reflexão, ainda que as razões que justificam este divórcio sejam nuns casos objectivas e justificáveis e noutros casos mais complexas e provavelmente difíceis de entender.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?