Nunca, como nos últimos três anos, convivemos com um quadro político tão penalizador para o sector da saúde. O plano de assistência financeira, por um lado, e as opções estratégicas do Governo, por outro, estabelecerem uma via de sentido único em direcção à austeridade, com uma brutal contenção de despesa e nenhuma intenção verdadeiramente reformista. Os “cortes cegos” suprimiram uma visão estrutural e dinâmica do sistema, com reflexos dramáticos na qualidade dos cuidados prestados à população.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?