Segundo a publicação “Doenças Oncológicas em números – 2016” o carcinoma da próstata (CaP) é o que apresenta maior incidência em Portugal, havendo portanto necessidade de um rastreio eficaz. Contudo, à luz da evidência atual, esse “tal” rastreio ainda não é consensual. Perante o exposto, como devemos agir perante os nossos utentes?
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?