A comunicação do risco é da maior relevância para a prática da Saúde Pública. A veiculação de comportamentos e atitudes redutores do risco, em especial em contexto de epidemias por doenças de transmissão interpessoal, não só contribui para a sua gestão apropriada, como controla a sobrestimação do risco classicamente associada a este tipo de fenómenos.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?