Em Portugal, a epilepsia afeta entre quarenta e cinquenta mil portugueses, sendo que todos os anos surgem em média cerca de cinco mil novos casos. Dos casos prevalentes, cerca de um terço são resistentes (ou refratários) ao tratamento medicamentoso. A persistência de crises associa-se a múltiplos riscos físicos e sociais e no caso das crianças pode ter impacto negativo no desenvolvimento cerebral.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?