“A autogestão da DPOC é fundamental para o sucesso do tratamento e melhoria da qualidade de vida”

A DPOC é definida como uma patologia frequente, evitável e tratável, caracterizada por sintomas respiratórios persistentes e limitação do fluxo de ar, derivado de anomalias das vias aéreas e/ou alveolares, geralmente causadas por exposição a partículas ou gases nocivos. Os sintomas respiratórios mais comuns, são a dispneia, a tosse e/ou expetoração. A dispneia crónica progressiva é o sintoma mais característico da DPOC, sendo que a tosse com expetoração está presente em 30% dos doentes (GOLD, 2021).

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Terceiro espaço
Editorial | Luís Monteiro, membro da Direção Nacional da APMGF
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?

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