Terminando o internato daqui a uns meses, penso no que será o futuro - onde erramos e quais as oportunidades de melhoria. Nestes últimos 5 anos, com uma licença de maternidade pelo meio que levou a interrupção durante o 1º confinamento, mas com retoma da atividade em julho 2021, nunca nos cuidados de saúde primários testemunhei tal afluência, com tanto trabalho “invisível” aos olhos dos utentes.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?