Quantas vezes “levamos para casa” um caso de um doente que nos preocupa, que parece não sair do nosso pensamento? É um facto que nem todas as consultas que fazemos ficam restritas ao consultório, à receita passada ou aos exames pedidos - uma realidade que é bem característica na Medicina Geral e Familiar, provavelmente fruto da especial relação médico-doente que desenvolvemos ao longo do tempo. Algumas destas consultas ficam na nossa mente, pelos mais variados motivos, e nem sempre há possibilidade de discutir o impacto desse contacto com outros colegas nos dias atarefados que vivemos.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?