A construção de uma boa comunicação e relação entre o médico e o doente idoso é essencial por melhorar a adaptação às alterações próprias do envelhecimento, reduzir a ansiedade, aumentar a possibilidade de uma avaliação, seguimento e terapêutica adequadas e tornar maior a satisfação do idoso com os cuidados de saúde que lhe são prestados. Para tal, para além de uma avaliação multidimensional (com avaliação das suas capacidades físicas e do estado emocional, mental e funcional) enquadrada na história de vida pessoal, familiar e social, é necessário utilizar determinadas estratégias de comunicação.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?