A fibrilhação auricular (FA) é a arritmia cardíaca mais comum, traduzindo-se por um batimento cardíaco irregular, que frequentemente provoca mal-estar e palpitações; porém, muitas vezes os doentes com FA são assintomáticos, o que pode atrasar o diagnóstico. Em Portugal, estima-se que 1 em cada 40 adultos sofra de FA, sendo que a probabilidade de se apresentar FA aumenta com a idade, atingindo 1 em cada 11 pessoas com mais de 65 anos. Na FA, as duas câmaras superiores do coração (aurículas) não contraem corretamente para bombear o sangue para as câmaras inferiores, os ventrículos. Como resultado, o sangue pode ficar estagnado na aurícula e formar um coágulo. Estes coágulos podem soltar-se, sair do coração através da corrente sanguínea e deslocarem-se para o cérebro, bloqueando o fluxo de sangue e causando um acidente vascular cerebral (AVC), ou podem deslocar-se para outras partes do corpo, causando um embolismo sistémico
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?