Em Portugal, os primeiros casos da doença COVID-19 foram detetados a 2 de março de 2020, tendo sido decretado, dias depois, estado de emergência. Sucederam-se alternâncias entre estados de emergência e calamidade, vagas e picos da pandemia, novas variantes, medidas de alívio e restrições, medidas de isolamento, novas formas de consulta, novas modalidades e plataformas de trabalho. Tudo era novidade e surgia ao ritmo frenético que a pandemia exigia.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?