“Quando indicado, o início e otimização da terapêutica farmacológica não devem ser protelados. Investir na prevenção dos eventos cardiovasculares acarreta benefícios claros para os doentes e suas famílias, bem como para os sistemas de saúde e economia do país”, defende a interna do 4.º ano de formação específica em Medicina Geral e Familiar (MGF) na Unidade de Saúde Familiar (USF) Ara de Trajano, Joana Campelos.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?