A MSD anunciou recentemente os resultados atualizados de sobrevivência global (OS) do KEYNOTE-024, o estudo de Fase III que avalia o keytruda (pembrolizumab), a terapêutica anti-PD-1 da empresa, em monoterapia em comparação com a quimioterapia com base em platina no tratamento de primeira linha de doentes com carcinoma do pulmão de células não-pequenas (CPCNP) avançado cujos tumores expressam níveis elevados de PD-L1 (proporção de marcação das células tumorais [TPS] igual ou superior a 50%).
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?