A Takeda acaba de anunciar que a Comissão Europeia alargou a licença de comercialização de Adcetris (brentuximab vedotina) para o tratamento de linfoma de Hodgkin CD30+ em estádio IV, em associação com AVD (adriamicina, vinblastina e dacarbazina), em doentes adultos não previamente tratados. O Adcetris é um conjugado anticorpo-fármaco direcionado para a proteína CD30, um marcador clássico do linfoma de Hodgkin.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?