A Comissão Europeia (CE) anunciou a aprovação de niraparib, medicamento inibidor da PARP de administração oral da GSK, como monoterapia de manutenção de primeira linha para doentes adultas com fases avançadas (estadios FIGO III ou IV) de cancro do ovário, das trompas de falópio ou cancro peritoneal primário e que estejam a responder completa ou parcialmente à quimioterapia à base de platina.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?