A MSD anunciou a autorização do Programa de Acesso Precoce (PAP) concedida pelo INFARMED para Lynparza (olaparib), da MSD e da AstraZeneca, como monoterapia de doentes adultos com cancro da próstata metastático resistente à castração (CPmRC) e mutações BRCA1/2, que progrediram após terapia prévia com um novo agente hormonal.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?